Existem ainda muitas coisas para as quais eu dou valor.
Essas últimas tardes de Domingo me relembraram o gosto suave que tem a solidão. Ainda que amargo para algumas pessoas. Para mim é tão doce, essa solicitude...
E botando em prática mais um exercício, que aliás recomendo, aprendi um pouco mais sobre mim mesmo. Eu escrevi, segunda-feira passada, uma carta para mim mesmo nessa segunda. Eis o que dizia:
"Acho que, por entre devaneios, percebi que você, de fato, não é sozinho porquê quer, e sim porque precisa. Não importa o quanto tenha andado, ou quanto tempo tenha passado, você ainda, no fundo, não se sente bem com as relações humanas. Ainda tem em você a farpa do pensamento lógico, que te faz pensar que tudo são variáveis de uma equação, e que, só porque a experiência lhe mostrou que tudo está em constante desequilíbrio, tem medo de viver com os outros novamente.
Esse exílio, que auto-induziu, não fez nada além de te devolver o que sempre foi seu: o dom de olhar o nosso mundo por fora. De ver o todo, ignorando os detalhes. E você não precisa voltar se não quiser realmente..."
Acho que era o que eu precisava ouvir. Ainda que vindo de mim mesmo, me mostrou coisas.
Já nem lembrava de ter escrito quando li. Esse exercício é válido para qualquer pessoa. Aprender mais sobre si mesmo, e até mesmo aconselhar, ajudar a tomar decisões, e até consolar ou parabenizar após uma atitude tomada.
Tudo aquilo em que podemos confiar vem de nós mesmos.
Há coisas que eu penso. Há coisas que me dizem, e há coisas que eu vejo. Tudo isso não é nada além das variáveis da equação que me define como ser humano. Que tenta me explicar como alguém, como se isso fosse possível.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Decisões
Acho que pouca gente conhece o poder de uma mente tranquila em tomar decisões. O que muita gente conhece é a capacidade que tem uma cabeça quente em não fazê-lo.
Sim, porque, dentre todos os maravilhosos dons que nós - seres humanos - temos, o de tomar decisões é o mais precioso, e é aquele que mostra o quanto somos burros. E não é pelo fato de tomarmos a decisão errada, mas por um argumento simples: Tomamos as decisões nos momentos errados. Somos defrontados com elas nos momentos errados. E as que realmente importam, não são fáceis.
Já me perguntaram uma vez porque não me relaciono tanto com as pessoas. É simples: eu as entendo.
Uma vez que você entende as pessoas, passa a perceber o quanto elas têm a capacidade de se ferir, e aos outros ao redor. Eu tomei minha decisão: eu tinha um motivo.
Se quiser tomar uma boa decisão, não há uma receita. Apenas alguns cuidados.
Se você souber exatamente o que te espera em cada opção, então significa que você não tem decisão nenhuma pra tomar. Sempre existe o melhor e o pior, e ninguém se decide pelo segundo.
Se a decisão envolve seguir em frente, e abandonar alguma coisa querida, o quanto essa coisa é realmente querida? Quantas vidas daria por ela? Quantas oportunidades de ser alguém realmente feliz, diferente do que é agora, você deixaria passar por isso? Quantas ruínas acha que vai colecionar assim? Muitas. Muitas...
E muitas são as vezes em que você vai decidir, e logo depois se enfiar debaixo de um cobertor com medo do resultado. Isso acontece com mais frequência do que deveria. Ou porque você ACHA que não soube decidir, ou porque espera ainda entender o que acabou de fazer.
Olhar pra trás - e isso é uma verdade fundamental - e não ver o caminho à frente, e tropeçar.
Tome as decisões fáceis antes que se tornem difíceis, muito embora só se saiba bem o que decidir quando se conhece exatamente o valor do que está em jogo - não subestimando nem super estimando. Quando se sabe exatamente quem morre e quem vive.
Quando não é você quem morre?
Sim, porque, dentre todos os maravilhosos dons que nós - seres humanos - temos, o de tomar decisões é o mais precioso, e é aquele que mostra o quanto somos burros. E não é pelo fato de tomarmos a decisão errada, mas por um argumento simples: Tomamos as decisões nos momentos errados. Somos defrontados com elas nos momentos errados. E as que realmente importam, não são fáceis.
Já me perguntaram uma vez porque não me relaciono tanto com as pessoas. É simples: eu as entendo.
Uma vez que você entende as pessoas, passa a perceber o quanto elas têm a capacidade de se ferir, e aos outros ao redor. Eu tomei minha decisão: eu tinha um motivo.
Se quiser tomar uma boa decisão, não há uma receita. Apenas alguns cuidados.
Se você souber exatamente o que te espera em cada opção, então significa que você não tem decisão nenhuma pra tomar. Sempre existe o melhor e o pior, e ninguém se decide pelo segundo.
Se a decisão envolve seguir em frente, e abandonar alguma coisa querida, o quanto essa coisa é realmente querida? Quantas vidas daria por ela? Quantas oportunidades de ser alguém realmente feliz, diferente do que é agora, você deixaria passar por isso? Quantas ruínas acha que vai colecionar assim? Muitas. Muitas...
E muitas são as vezes em que você vai decidir, e logo depois se enfiar debaixo de um cobertor com medo do resultado. Isso acontece com mais frequência do que deveria. Ou porque você ACHA que não soube decidir, ou porque espera ainda entender o que acabou de fazer.
Olhar pra trás - e isso é uma verdade fundamental - e não ver o caminho à frente, e tropeçar.
Tome as decisões fáceis antes que se tornem difíceis, muito embora só se saiba bem o que decidir quando se conhece exatamente o valor do que está em jogo - não subestimando nem super estimando. Quando se sabe exatamente quem morre e quem vive.
Quando não é você quem morre?
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Metalinguagem
De início queria deixar claro que as mensagens às vezes, são injustas.
Muitas das coisas que escrevemos, fazemos por nós mesmos, pouco nos importando de seu efeito nos demais. É assim que eu escrevo. Se tem algum efeito, eu não sei.
Mas as mensagens são injustas até para quem escreve.
Muitas vezes tudo o que eu preciso é o dedo no teclado, e ideias no pensamento, lógicas ou não. Não conheço o meu público, e nem sequer tenho certeza se tenho um, mas não duvido da seriedade da minha "plateia". Por isso, venho convocar à quem lê a uma reflexão:
Se eu fosse uma pessoa como todas as outras, haveriam muitos escritores, e ninguém precisaria ler.
Se eu não cometesse erros, não teria motivos para escrever sobre eles.
Se eu me tornasse um guia, muito provavelmente ensinaria às pessoas a não viver.
Se eu fosse confiável, seria chato.
Se eu confiasse, seria burro.
Se eu tivesse algum sentimento, seria um desequilíbrio hormonal (rsrs).
Se minha vida fosse fácil, eu mesmo já teria me matado.
Porque onde os outros vêem beleza, eu vejo métrica.
Onde encontram o beco sem saída, eu almoço tranquilo.
Onde descobrem seus problemas, eu vejo a solução para uma vida melhor, eu vejo a chave para seguir em frente, e escrever sobre isso depois.
Muitas das coisas que escrevemos, fazemos por nós mesmos, pouco nos importando de seu efeito nos demais. É assim que eu escrevo. Se tem algum efeito, eu não sei.
Mas as mensagens são injustas até para quem escreve.
Muitas vezes tudo o que eu preciso é o dedo no teclado, e ideias no pensamento, lógicas ou não. Não conheço o meu público, e nem sequer tenho certeza se tenho um, mas não duvido da seriedade da minha "plateia". Por isso, venho convocar à quem lê a uma reflexão:
Se eu fosse uma pessoa como todas as outras, haveriam muitos escritores, e ninguém precisaria ler.
Se eu não cometesse erros, não teria motivos para escrever sobre eles.
Se eu me tornasse um guia, muito provavelmente ensinaria às pessoas a não viver.
Se eu fosse confiável, seria chato.
Se eu confiasse, seria burro.
Se eu tivesse algum sentimento, seria um desequilíbrio hormonal (rsrs).
Se minha vida fosse fácil, eu mesmo já teria me matado.
Porque onde os outros vêem beleza, eu vejo métrica.
Onde encontram o beco sem saída, eu almoço tranquilo.
Onde descobrem seus problemas, eu vejo a solução para uma vida melhor, eu vejo a chave para seguir em frente, e escrever sobre isso depois.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O que fazer quando fizerem
De vez em quando a gente pensa que tudo está certo e encaminhado. Mas não está.
Você pensa que não há mais nada pra acontecer, mas se esquece de que o que as pessoas também têm seu livre arbítrio, e elas mudarão se um dia quiserem. Aí está a importância em não criar expectativas à longo prazo, quando tudo depende de mais alguém além de si mesmo. De fato, o mundo se torna um lugar complicado quando temos dificuldade em aceitar a opinião das outras pessoas, ou até suas atitudes.
Se todos vissem o mundo através de nossas perspectivas, tudo seria muito chato.
O homem é testado assim. "O verdadeiro teste para saber se sua decisão foi bem feita é ter que optar por ela novamente.". Se apesar de tudo o que as pessoas fazem ou pensam, ainda gostar delas, é porque isso é imutável. E posso dizer que elas fazem muitas coisas.
Aliás, eu também, como pessoa, faço muitas coisas.
Fizeram algo que me machucou, e ninguém sabe o que é, mas ainda assim eu sorrio porque sei que não vai mudar o que eu penso.
E o que é melhor: não tem nada a ver com amor...
Você pensa que não há mais nada pra acontecer, mas se esquece de que o que as pessoas também têm seu livre arbítrio, e elas mudarão se um dia quiserem. Aí está a importância em não criar expectativas à longo prazo, quando tudo depende de mais alguém além de si mesmo. De fato, o mundo se torna um lugar complicado quando temos dificuldade em aceitar a opinião das outras pessoas, ou até suas atitudes.
Se todos vissem o mundo através de nossas perspectivas, tudo seria muito chato.
O homem é testado assim. "O verdadeiro teste para saber se sua decisão foi bem feita é ter que optar por ela novamente.". Se apesar de tudo o que as pessoas fazem ou pensam, ainda gostar delas, é porque isso é imutável. E posso dizer que elas fazem muitas coisas.
Aliás, eu também, como pessoa, faço muitas coisas.
Fizeram algo que me machucou, e ninguém sabe o que é, mas ainda assim eu sorrio porque sei que não vai mudar o que eu penso.
E o que é melhor: não tem nada a ver com amor...
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Tudo o que podemos ser
Alguns amigos meus vão em frente, seguem a vida deles do jeito que sempre quizeram... isso é bom para eles.
Por mais que eu queira, sei que pra mim não pode ser assim ainda. Não ainda...
Sabendo das escolhas que fiz à tanto tempo, eu até me atrevo a aconselhar... porque por mais que elas tenham me coberto de críticas (até certo ponto merecidas, pois à primeira vista são totalmente estúpidas), foi delas que eu tirei meu sustento, que hoje em dia me rende muito orgulho. Vou resumir em um parágrafo como é o sentimento:
"No primeiro momento você põe as mãos à cabeça, pensando que a sua vida acabou porque já não há mais nada nela que lhe inspire, e a morça retardada deu seu tapa final (ver. Sobre o Destino e o Futuro). Foi assim comigo nos primeiros dias. Fiz uma burrada enorme, e achei que seria algo que iria me afetar pelo resto da vida. Foi aí que um amigo meu, um que estava morrendo (acho que pouca gente o conheceu), me disse a verdade absoluta sobre as escolhas: 'Não se preocupe se o caminho que você segue é o certo ou o errado. Caminhe. Todos eles têm um chão.'. E foi isso que eu fiz. Olhei pra frente e percebi que um novo horizonte tinha se aberto à minha frente, errado ou não. Descobri que as pessoas que a gente encontra nesse mundo, com as quais passamos um tempo razoável, servem para nos enriquecer de dádivas, embora sejam como uma tarde de sol, ou uma fruta gostosa. Percebi que eu não precisava de motivos fora de mim pra ser feliz. Tudo o que eu tinha que fazer era sorrir..."
E é assim que a gente tem que se realizar. Seguir caminhos diferentes, por onde quer que a vida nos envie, sem olhar pra trás. Saber o que nos trouxe até aqui, e saber que se alguma coisa nesse mundo realmente vale à pena, é aquilo que eu levo comigo hoje - não o que eu tinha, não o que eu terei - só aquilo que traz a mim motivos pra sorrir no fim do dia.
A vida, me disseram, é só adeus pra quem se lembrar deles.
Por mais que eu queira, sei que pra mim não pode ser assim ainda. Não ainda...
Sabendo das escolhas que fiz à tanto tempo, eu até me atrevo a aconselhar... porque por mais que elas tenham me coberto de críticas (até certo ponto merecidas, pois à primeira vista são totalmente estúpidas), foi delas que eu tirei meu sustento, que hoje em dia me rende muito orgulho. Vou resumir em um parágrafo como é o sentimento:
"No primeiro momento você põe as mãos à cabeça, pensando que a sua vida acabou porque já não há mais nada nela que lhe inspire, e a morça retardada deu seu tapa final (ver. Sobre o Destino e o Futuro). Foi assim comigo nos primeiros dias. Fiz uma burrada enorme, e achei que seria algo que iria me afetar pelo resto da vida. Foi aí que um amigo meu, um que estava morrendo (acho que pouca gente o conheceu), me disse a verdade absoluta sobre as escolhas: 'Não se preocupe se o caminho que você segue é o certo ou o errado. Caminhe. Todos eles têm um chão.'. E foi isso que eu fiz. Olhei pra frente e percebi que um novo horizonte tinha se aberto à minha frente, errado ou não. Descobri que as pessoas que a gente encontra nesse mundo, com as quais passamos um tempo razoável, servem para nos enriquecer de dádivas, embora sejam como uma tarde de sol, ou uma fruta gostosa. Percebi que eu não precisava de motivos fora de mim pra ser feliz. Tudo o que eu tinha que fazer era sorrir..."
E é assim que a gente tem que se realizar. Seguir caminhos diferentes, por onde quer que a vida nos envie, sem olhar pra trás. Saber o que nos trouxe até aqui, e saber que se alguma coisa nesse mundo realmente vale à pena, é aquilo que eu levo comigo hoje - não o que eu tinha, não o que eu terei - só aquilo que traz a mim motivos pra sorrir no fim do dia.
A vida, me disseram, é só adeus pra quem se lembrar deles.
domingo, 6 de julho de 2008
Laços verdadeiros e verdades fundamentais
Decidi no dia de hoje postar sobre as verdades fundamentais.
O mundo caminha verdadeiramente para a sua destruição, e isso todos nós sabemos, embora tenhamos vergonha de admitir. Vergonha de não termos sido bons administradores...
O tempo vai chegar, e nossa malevolência será reconhecida pelos nossos filhos. Mas por quê?
Acho que talvez não damos mais oportunidade aos verdadeiros heróis crescerem em nós mesmos. Apenas alguns anos de evolução cuidaram de erradicar nossa capacidade de sermos verdadeiramente humanos. O tempo vai passar e nós seremos destruídos. O amor vai passar e nós vamos continuar não sentindo a falta dele. Nós já não sabemos o que ele é. Não sabemos a diferença entre a nossa imagem no espelho e o que realmente somos. Qual dos dois temos amado, hoje em dia? A resposta é uma verdade fundamental, que eu não ouso aqui dizer.
Analisando o mundo, eu vejo superficialidade. Se faço um esforço para me aprofundar no que as pessoas se tornaram por dentro, só encontro vazio.
Se digo isso não é hipocrisia. Na verdade, eu estou sujeito às mesmas regras, e sei disso. O que faço é apenas divulgar meus estudos sobre os nossos novos hábitos, e agora revelar nossas novas fraquezas.
Temos sido apenas cascas que não encerram nada, porque esquecemos que, uma vez vivos, temos a obrigação de encontrar laços verdadeiros.
São os nós essenciais entre os atos diversos.
O mundo caminha verdadeiramente para a sua destruição, e isso todos nós sabemos, embora tenhamos vergonha de admitir. Vergonha de não termos sido bons administradores...
O tempo vai chegar, e nossa malevolência será reconhecida pelos nossos filhos. Mas por quê?
Acho que talvez não damos mais oportunidade aos verdadeiros heróis crescerem em nós mesmos. Apenas alguns anos de evolução cuidaram de erradicar nossa capacidade de sermos verdadeiramente humanos. O tempo vai passar e nós seremos destruídos. O amor vai passar e nós vamos continuar não sentindo a falta dele. Nós já não sabemos o que ele é. Não sabemos a diferença entre a nossa imagem no espelho e o que realmente somos. Qual dos dois temos amado, hoje em dia? A resposta é uma verdade fundamental, que eu não ouso aqui dizer.
Analisando o mundo, eu vejo superficialidade. Se faço um esforço para me aprofundar no que as pessoas se tornaram por dentro, só encontro vazio.
Se digo isso não é hipocrisia. Na verdade, eu estou sujeito às mesmas regras, e sei disso. O que faço é apenas divulgar meus estudos sobre os nossos novos hábitos, e agora revelar nossas novas fraquezas.
Temos sido apenas cascas que não encerram nada, porque esquecemos que, uma vez vivos, temos a obrigação de encontrar laços verdadeiros.
São os nós essenciais entre os atos diversos.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Estarei lá mais uma vez...
Oceans
Oceanos
Hold on to the tread, the currents will shift.
Agarre-se à linha, as correntes mudarão.
Glide me towards...
Me farão deslizar...
You know, something's left
Você sabe, algo é deixado
And we're all allowed to dream
E nos é permitido sonhar
of the next, the next time we touch...
com a próxima vez, a próxima vez que nos tocarmos...
You don't have to stray tho oceans away.
Você não tem que se desviar dos oceanos ao longe.
Waves roll in my thoughts.
Ondas rolam em meus pensamentos.
Hold tight the ring, the sea will rise.
Segure firme o elo, o mar subirá.
Please, stand by the shore...
Por favor, permaneça firme na praia...
I will be... I will be there once more...
Eu estarei... eu estarei lá mais uma vez...
Eddie Vedder.
Oceanos
Hold on to the tread, the currents will shift.
Agarre-se à linha, as correntes mudarão.
Glide me towards...
Me farão deslizar...
You know, something's left
Você sabe, algo é deixado
And we're all allowed to dream
E nos é permitido sonhar
of the next, the next time we touch...
com a próxima vez, a próxima vez que nos tocarmos...
You don't have to stray tho oceans away.
Você não tem que se desviar dos oceanos ao longe.
Waves roll in my thoughts.
Ondas rolam em meus pensamentos.
Hold tight the ring, the sea will rise.
Segure firme o elo, o mar subirá.
Please, stand by the shore...
Por favor, permaneça firme na praia...
I will be... I will be there once more...
Eu estarei... eu estarei lá mais uma vez...
Eddie Vedder.
Assinar:
Postagens (Atom)